sexta-feira, 4 de maio de 2007

Deus de promessas! (Gn. 28)

O início deste capítulo é a conclusão do texto que ontem já comentamos.

Na situação seguinte, vemos Esaú casando-se com uma mulher de seu próprio povo para agradar seus pais e assim, tentar "melhorar a sua imagem" imitando a intenção de seu irmão na viagem à Mesopotâmia.

Em seguida, a narração passa para Jacó. Em consequência dos estratagemas que usou para enganar seu pai e irmão, Jacó tem que fugir para evitar ser morto por Esaú. Já no começo vemos que ele enfrenta várias dificuldades e inclusive, a Bíblia não menciona mais o fato de ele haver reavisto sua mãe Rebeca. Quiseram agir contra a ordem do Senhor e colheram as consequências de um plano fracassado.

Depois de tantas atitudes traçoeiras, parecia que Jacó jamais faria nada de grande e notável para Deus. Até mesmo sua fé no Senhor parecia fraca. Porém Deus o escolheu como herdeiro da promessa e da aliança divina. Apesar de seu egoísmo e de tudo que havia feito, Deus lhe dá uma visão em um sonho e lhe diz: "Eu estarei com você e o protegerei em todos os lugares aonde você for (...) Eu não o abandonarei até que cumpra tudo o que lhe prometi." (Gn. 28.15).

Antes dessa visão, Jacó encarava o Senhor como o Deus de seu pai (Gênesis 27.20). Neste momento, ele considera que o "o Senhor será o meu Deus" (versículo 21). Jacó se sente tão impressionado com as palavras que o Senhor lhe diz na visão que faz de uma pedra um memorial, lembrando que ali o Senhor o visitou.

  • Você alguma vez já criou uma espécie de memorial para que o fizesse lembrar das promessas do Senhor? Um trabalho voluntário, uma árvore plantada, um tempo dedicado à alguém ou à algo, um hábito de manter um diário, um estudo bíblico de madrugada... Tudo isso são exemplos de um lembrete da presença de Deus e de seu cuidado pessoal por nós!
  • Assim como Jacó, você também possui uma promessa clara e específica para você? Há quanto tempo você está esperando o cumprimento dessa promessa?
As vezes as promessas de Deus parecem estar à kilômetros luz de distância da realidade que vivemos - PRINCIPALMENTE se não estamos cumprindo muito bem a nossa parte do "acordo".
Há dias quem que nos sentimos incrédulos e uma resistência faz com que talvez pensemos: "Ah... duvido que um dia Deus realize isso... - Ele jamais irá fazer isso por mim; não POR MIM!!".

NÃO DESISTA!! Ao invés disso, ouça de todo o coração, com todas as forças da sua fé Deus te dizer no ouvido: "EU CUMPRIREI TUDO O QUE EU PROMETI!"

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Leia também: Os sonhos são mensagens de Deus?

quinta-feira, 3 de maio de 2007

A perfeição de Deus ante as imperfeições humanas (Gn. 27)

Alguma vez você já foi acusado de manipular uma situação para seu proveito? É exatamente isso que lemos nessa história.

Neste capítulo vemos Jacó fazendo juz ao significado do seu nome: "ele agarra o calcanhar"; expressão que também significa: "ele age traçoeiramente". Se Abraão se tornou conhecido pela sua fé em Deus, seu neto ficou famoso pela traição.

Para entendermos melhor, nos tempos antigos, bençãos no leito da morte tinham força de lei e neste caso era considerado uma profecia sobre o futuro do recebedor de tal benção. Para Isaque, isso simbolizava muito mais, pois era uma transferência da aliança que lhe foi passada por seu pai Abraão.

Aqui vemos Rebeca entrando em ação como uma mãe totalmente manipuladora e que possuia um amor parcial pelos seus filhos. Por amar mais à Jacó, ela conspira com ele para tomar a benção a qual Esaú tinha direito por ser o filho mais velho.

Pode até ser que tal atitude tivesse acontecido quando ela simplesmente ouviu a conversa entre Isaque e Esaú "por acaso", mas a partir disso, ela resolveu esquematizar uma forma de Jacó passar a perna em seu irmão e tomar-lhe tal herança espiritual. Enfim, tudo acontece conforme o planejado e o filho mais novo dribla as leis e os costumes e recebe a benção no lugar de seu irmão.

Quando Esaú chega da caçada e descobre toda a verdade, ele se desespera. No instante que lemos esta parte da história, tendemos à simpatizar mais com o pobre e enganado Esaú, que foi impiedosamente passado pra trás pelo seu irmão. Entretando, quando lemos o texto de Hebreus 12.16-17 no Novo Testamento, vemos a situação por outro lado (versão na Linguagem de Hoje): "E tomem cuidado também para que ninguém se torne imoral ou perca o respeito pelas coisas sagradas, como Esaú, que, por causa de um prato de comida, vendeu os seus direitos de filho mais velho. Como vocês sabem, depois ele quis receber a benção do seu pai, mas foi rejeitado porque não encontrou um modo de mudar o que havia feito, embora procurasse fazer isso até mesmo com lágrimas." Lemos aqui que a Bíblia é bastante clara ao dizer que Esaú havia desprezado a benção que lhe pertencia.

Sabendo Rebeca da intenção que Esaú tinha em matar o seu irmão, ela arranja uma desculpa para fazer com que Isaque mande Jacó para morar com seu tio em outra cidade.

Jacó comete atrocidades e péssimas atitudes ao mentir, enganar e roubar. A Bíblia não aprova os seus ardis (tanto que mais tarde, ele irá colher as consequências dessa sua atitude), entretanto nessa história aprendemos uma grande lição: Deus é capaz de lidar com qualquer tipo de pessoa, independentemente de quão imperfeita esta seja. A história de Jacó dá esperança à todas as pessoas imperfeitas desse mundo. Qual a sua imperfeição? Onde exatamente Deus quer te transformar para fazer de você um vaso para honra?

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quarta-feira, 2 de maio de 2007

Obedecendo ào Senhor Deus (Gn. 26)

A partir desse capítulo, a narração bíblica foca nos passos de Isaque. Vemos aqui uma situação muito parecida com o que havia acontecido com Abraão, 80 anos antes (Gn. 20).

Isaque recebe a mesma promessa do Senhor de que seria pai de uma grande nação em que seus descendentes seriam tão numerosos quanto as estrelas no céu.

Nos versículos 2 e 3 vemos uma situação bastante interessante. De certa forma, Deus coloca Isaque à prova ao lhe transmitir a mensagem para que não seguisse viagem ao Egito (como Abraão tinha feito em Gn. 12.10).

O lugar onde Isaque habitava passava por uma terrível fase de fome; por outro lado, no Egito havia fartura e abonança. Seria natural Isaque optar por viajar ao Egito, porém neste momento vemos que Deus decide ver até onde chegaria a confiança de Isaque nEle. E Isaque passa no teste (pelo menos nessa parte do capítulo).


Tal pai, tal filho: na próxima situação, Isaque nos mostra seu lado tipicamente humano e comete o mesmo erro de seu pai quando, por medo, afirma que Rebeca é sua irmã. (Tenho a impressão que já li isso em outro capítulo!) :-) Vemos no versículo 8 que ele levou tal mentira por bastante tempo, até ser flagrado por Abimeleque, que o repreendeu e ordenou ao povo que ninguém os tocasse.


Em obediência à ordem do Senhor de não seguir ao Egito, Isaque ali
semeou e colheu com fartura, a ponto de tornar-se bastante rico e poderoso. Estando ele em uma terra estranha - o povo sentiu muita inveja dele, o que causou a sua expulsão da cidade. A sua crescente riqueza e o número cada vez maior de servos fez com que o rei temesse a sua própria desestruturação e temesse também o poder do Deus de Isaque, que o fez prosperar de forma extraordinária.

Aqui vemos que obedecer a vontade do Senhor não nos impede de passar por provações, porém Deus sempre nos concede condições de vencer tais provas. As provações de Isaque estavam com ele onde quer que ele estivesse. Por isso, devemos vencê-las onde quer que estejamos!

Isaque teve que passar por mais problemas quando seus servos brigavam entre si pelo direito de posse das águas dos poços (a água era um preciosidade e muito escassa no clima árido do sul da Palestina). Ele porém perseverou até encontrar um local onde não houvesse mais contenda e por sua obediência e perseverança, o Senhor o abençoou novamente com promessas de auxílio e amor. Aqui aprendemos que quando perseveramos e obedecemos à Palavra do Senhor sem restrições, galgamos preciosas promessas! Aleluia!

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terça-feira, 1 de maio de 2007

Abraão abençoa seu filho Isaque (Gn. 25)

Este capítulo 25 é outro marco no livro de Gênesis.

Dos versículos 1 à 6 vemos a descendência de Abraão que deram nome à diversas tribos árabes (inclusive os filhos de Midiã - os midianitas).
A minha primeira pergunta é: Se mesmo depois da morte de Sara, Abraão teve tantos outros filhos, por que Isaque foi considerado um milagre? A resposta está em sua mãe Sara, que não era capaz de conceber. Deus curou o seu ventre de forma miraculosa, dando-lhe um filho em sua velhice. Isaque foi a criança-milagre a qual Deus manteria sua promessa de abençoar o restante do mundo.

Em seguida, o marco deste capítulo. Aos 175 anos o nosso primeiro patriarca bíblico volta para o Senhor e reune-se com seu povo (expressão hebraica que significa que Abraão uniu-se a seus ancestrais). Por ocasião do sepultamento, os irmão Isaque de já 75 anos e Ismael 89 se reuniram no mesmo local em que já se encontrava Sara.

A partir deste momento, a narrativa bíblica se focará no desenrolar da promessa sobre Isaque, sobre o qual a benção do Senhor foi derramada. Logo de início vemos o nascimento de seus filhos gêmeos Esaú e Jacó.

Rebeca não podia ter filhos, e como já vimos anteriormente acontecer com as filhas de Ló e Sara, tal realidade era um motivo de vergonha para qualquer mulher daquela cultura. Vemos aqui que Isaque pede ao Senhor em favor de sua mulher para que este concedesse a ela um filho. Vinte anos após o seu casamento, Rebeca engravida de gêmeos! Imagine a alegria que sentiram! Vinte anos de espera! Ainda durante a gravidez, vemos no versículo 23 uma predição do que ocorreria futuramente.

Ao filho mais velho foi dado o nome de Esaú - nome que faz referência à Seir - local onde mais tarde os descendentes de Esaú irão morar. Tal palavra faz um trocadilho com uma palavra hebraica que quer dizer "peludo".
Ao filho mais novo foi dado o nome de Jacó que em hebraico soa parecido com a palavra hebraica que se traduz por "agarrar". Jacó significa agarrar o calcanhar, que figuramente quer dizer engana.

Anos depois com os filhos já crescidos, vemos que Esaú tornou-se um perito caçador enquanto Jacó era um homem sossegado, caseiro, um bon-vivan. Esaú torna-se o preferido de seu pai, enquando Jacó é o "queridinho da mamãe".

Na situação que se segue, vemos Esaú muito cansado e faminto trocando facilmente o seu direito de primogênito por um prato suculento de comida. De certa forma vemos em Jacó um anseio pela benção, porém burlando a lei da época através de táticas humanas como astúcia e manipulação para concretizar a sua ambição.

Esaú, por sua vez, se mostra fraco e menospreza a herança espiritual que lhe é devida e revela a sua falta de apetite espiritual.

Tais atos ainda vão dar o que falar...

E você se parece mais com Esaú - preocupado em satisfazer suas necessidades terrenas e desejos imediatos - ou como Jacó que 'de certa forma' concetrou suas energias no lucro espiritual e duradouro?

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domingo, 29 de abril de 2007

O encontro divino de Isaque e Rebeca (Gn. 24)

Chegamos enfim ao mais longo capítulo do livro de Gênesis, uma história rica em detalhes e relatada duas vezes. É uma história que não contém nem profecias de Deus nem milagres divinos, porém, podemos ver a mão do Senhor em cada detalhe durante o desenrolar da história que culminou com a união entre Isaque e Rebeca.

Sendo Abraão já idoso e não podendo escolher uma esposa para o seu filho, ele chama o seu servo mais antigo (possivelmente Eliézer) para encarregá-lo de tal missão. Logo de início vemos que Abraão pede ao seu servo que faça um juramento "colocando a sua mão debaixo da coxa". Esse era um ritual de pacto no costume antigo. A intimidade que tal prática exige faz-nos supor o alto nível de confiança que se busca no juramento. Era assim que se fazia um juramento solene e que não podia ser quebrado de jeito nenhum. Tal situação irá ocorrer novamente com Jacó (em Gênesis 47.29).

Após ouvir as instruções de Abraão, o seu servo segue viagem confiando que o Senhor o guiaria.

Ao chegar em Naor, ele pede então um sinal para que o Senhor mostre quem deveria ser a pessoa escolhida. Vemos aqui que até mesmo o servo mostra que já conhecia o Senhor de Abraão e ora à Ele para se tornar um instrumento para que a promessa se concretizasse. Ele pede à Deus um sinal: será que este exemplo bíblico é o ensino de um método infalível para conhecemos a vontade do Senhor? Não. Deus nos promete a sua orientação e presença, porém não necessariamente sinais externos. Muito da vontade de Deus se descobre na luta entre a fé e a incerteza! Graças ao Seu amor, hoje temos a Palavra vinda diretamente dEle para nos guiar!

Então, eis que Rebeca surge no cenário. Prestativa, ela cumpre exatamente o pedido que o servo havia feito à Deus. Sabe quanta água bebem dez camelos? MUITA! O servo havia pedido apenas um pouco de água para si e a oferta de Rebeca foi um belo gesto de hospitalidade! Além disso, Rebeca também "passa no segundo teste", pois fazia parte da parentela de Abraão. Deus realmente demonstra todo o Seu cuidado e amor divino!

Pode nos parecer um tanto estranho a maneira como o casamento foi "arranjado" entre o irmão de Rebeca e o servo de Abraão porém, além de este ser um costume da época, vemos que o encontro entre Isaque e Rebeca foi divinamente planejado. No momento em que Rebeca concorda em partir com aquele homem, ela estava concordando com uma mudança radical em sua vida, deixando para trás tudo aquilo que ela conhecia até o momento rumo ao desconhecido.

Ao ver Isaque, Rebeca cobre-se com um véu - um antigo costume que simbolizava talvez a modéstia da noiva e sua dependência em relação ao noivo. Isaque a vê e torna Rebeca sua mulher. Aos 40 anos, Isaque se casa; três anos após a morte de sua mãe.

Essa história nos mostra o quão importante é incluir Deus em nossa vida sentimental, pois casamento é a segunda maior decisão que uma pessoa pode tomar em sua vida (sendo a primeira, optar por ser um seguidor de Cristo)

Você, solteiro... tem deixado nas mão de Deus a escolha do seu futuro parceiro/a? Se você se sente sozinho, triste e desamparado, saiba que este é um momento de buscar o amor verdadeiro, incondicional no Senhor. ELE JAMAIS te deixará! Quando você encontrar tal amor, saberá que nada pode ser maior e nem poderá ocupar seu espaço! NADA!

Você, casado... tem colocado o seu casamento diante do Senhor? Você tem seguido as instruções divinas para com seu esposo/a? Quando foi a última vez que você disse EU TE AMO para o Adão ou para a Eva que Deus te deu? Essa é um boa oportunidade! Por que não fazer isso agora mesmo? Grandes coisas podem mudar na sua vida com a simples pronúncia genuína dessa palavras maravilhosas!

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sábado, 28 de abril de 2007

Para a pátria superior (Gn. 23)

Neste capítulo vemos o término de uma bela história entre Abraão - o "pai de muitos" - e Sara - a "princesa".

Abraão voltou para a terra de Canaã e viveu em Quiriate-Arba - também chamada de Hebrom.

Após trinta e sete anos passados de ver o cumprimento da promessa do Senhor ao ter um filho vindo de seu ventre, Sara é recolhida para o Senhor. Apesar de seus erros, Sara foi mencionada entre aqueles em que a fé almejava habitar eternamente em uma pátria superior, conforme lemos em Hebreus 11.13 "Todos estes morreram na fé, sem ter obtido as promessas; vendo-as, porém de longe..."

A Bíblia nos fala que após chorar pela morte de sua esposa, Abraão procura comprar um local para sepultar o corpo de Sara.

Tais cortesias como vemos do versículo 6 em diante eram práticas comerciais comuns no Oriente Médio antigo. Por ser estrangeiro, Abraão pede autorização para enterrar Sara naquela terra. Ele então pede para que intercedam junto à Efrom, para que este lhe vendesse a sua caverna de Macpela (futuramente veremos que Abraão, Isaque, Rebeca, Lia e Jacó também serão sepultados neste mesmo lugar).

Vemos então que Efrom tem uma atitude um tanto generosa quando lhe oferece o terreno como um presente, porém talvez ele mesmo já soubesse que Abraão não aceitaria tal proposta pois era um homem de muitas posses.

Por outro lado, Abraão faz questão de comprar tal terreno, mesmo quando podia aproveitar-se da situação no momento e ganhá-lo. Neste momento, se o caráter de Abraão ainda tivesse falhas, ele poderia inclusive conseguir mais do que precisasse, pois era um homem muito respeitado naquele lugar.

Tal episódio mostra que as situações pelas quais Abraão passou durante sua vida haviam feito ajustes no seu próprio caráter e tais falhas foram sendo corrigidas com o tempo...

Vemos isso claramente quando Abraão fez questão de comprar o terreno para enterrar sua esposa, muito embora quatrocentas barras de prata era considerado um preço muito alto para um terreno daqueles. Ele porém aceitou pois era muito importante para ele ter um lugar de sepultamento na Terra Prometida. Este aliás, foi o único terreno que Abraão possuiu na terra de Canaã, a terra que Deus prometeu aos seu descendentes (Capítulo 15. 18-21).

Caro irmão, lembre-se que HOJE, em Cristo temos esperança de vida após a morte! Jesus é a "ressurreição e a vida" e Ele nos conforta dizendo "... vós porém me vereis; porque eu vivo, vós também vivereis." (João 14.19). Jesus é a nossa única e maior esperança de vida após a morte! Quando Ele voltar, teremos a imortalidade...! Você já descobriu em sua vida a realidade dessa grande esperança que pode nos ajudar a enfrentar os momentos mais difíceis?

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